“Vamos aguardar, avaliar o quadro para poder, somente depois, quando o Governo tomar posse e começar a implantar seu projeto, a gente tomar alguma posição”, argumentou
O deputado estadual diplomado Anísio Maia (PT) afirmou nesta terça-feira (21) que não concorda, ‘de forma nenhuma’, que o PT feche, agora, qualquer acordo para integrar à bancada do governador diplomado Ricardo Coutinho (PSB) ou assuma, definitivamente, que fará oposição ao novo Governo, cujo o mandato começa a partir do dia 1º de janeiro.
Durante programa de rádio, nesta terça-feira, Anísio considerou muito precipitado e prematuro definir alguma posição, neste momento, com relação a postura que PT deverá tomar em relação ao futuro governo. “Não podemos fazer isso agora”, alertou o petista fazendo a seguinte indagação: “E se o Governo for ruim e o PT já tive apoiando, como é que fica”?
“Vamos aguardar, avaliar o quadro para poder, somente depois, quando o Governo tomar posse e começar a implantar seu projeto, a gente tomar alguma posição”, argumentou. Anísio mandou um recado para o presidente estadual da legenda, deputado Rodrigo Soares: “Não vou mais participar de reunião ou encontra do partido para somente levantar o crachá e não discutir, realmente, os assuntos que interessam ao PT”.
Maia lembrou que, na última reunião que a Executiva realizou no Sindicato dos Engenheiros, deixou o local por não concordar com o que a resolução, colocada para ser votada na ocasião, trazia e determinava.
“Não votei nem voto em favor de uma resolução como aquela. Por isso que nós temos divergência com o presidente do partido”, ressaltou.
Além dele, abandonaram a reunião o também deputado estadual diplomado, Luciano Cartaxo, atual vice-governador, e o grupo, liderado pelo deputado federal reeleito e diplomado, Luiz Couto.
Paulo de Pádua
WSCOM Online